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Publicado em 12/09/2017 07h18

Servidores da Saúde de Sta Luzia reclamam não recebimento de horas extras, não ter dia de folga, nem ter acesso aos pontos


Em uma nota publicada na página dos Servidores de Saúde do Município de Santa Luzia, os servidores estão reclamando do não recebimento de horas extras, não ter dia de folga, nem ter acesso aos pontos.

Confira a nota publicada na tarde de ontem:

Em Santa Luzia/PB, servidor público efetivo, “é no chicote”!

Servidores estão trabalhando hora-extra e não são remunerados por isso. Havia um acordo entre Gestão e Funcionários para ser criado uma espécie de “Banco de Horas”, porém as máquinas de ponto-eletrônico não emitem comprovante. Com o Banco de Horas seria possível registrar o acúmulo das mesmas e assim a cada 08 horas-extras o servidor teria direito a um dia folga.


Mas e aí? Como comprovar o período trabalhado?


Óbvio e simples! É só o servidor solicitar, lá na prefeitura, os registros referentes à sua atividade em determinado mês.

Mas Santa é santa, né?!


E quem disse que tais relatórios são disponibilizados ao servidor?


Inventam mil e uma desculpas, e não disponibilizam aos servidores o seu comprovante de cumprimento de carga horária.
Aí o efetivo fica na seguinte situação: nem recebe remuneração por hora-extra trabalhada tampouco tem como comprovar sua atividade diária.
O responsável pelo setor não disponibilizou os registros de forma impressa e/ou digital.


Como se não bastasse a “excelente” notícia, também ficamos sabendo que hora-extra registrada em livro-de-ponto não vale.
É, no mínimo, peculiar tal interpretação, visto que os registros em livro-de-ponto foram utilizados de janeiro a junho 2017 e eram usados pra gerar descontos em folha, caso o funcionário faltasse ou mesmo cumprisse menos que sua carga horária diária no serviço. 


Todavia, o mesmo livro não serve para contabilizar algo positivo ao servidor.
Santa Luzia, apesar de ser padroeira da visão, está precisando usar óculos.

 

OBS. 01: Devido a tal realidade, os servidores efetivos pensaram na seguinte alternativa pra ter algum registro de cumprimento de carga horária... com uma “mão” “bate o ponto” e com a outra fotografa o registro mostrado no display da “maquininha”.

E AGORA? QUEM PODERÁ NOS DEFENDER?

Fica aqui o desabafo de muitos servidores descontentes com esta situação.

 


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